Parece que você gosta de me torturar com o olhar, de dizer a coisa certa pra me deixar com a pulga atrás da orelha o resto do dia. Uma hora me enche de dúvidas, outras tenho certeza que é coisa da minha cabeça. Não é como aquelas paixonites infantis que me fazem ter frio na barriga só de ter olhar, mas não nego o formigamento sempre que você sorri me olhando, quando seus olhos fecham e sua boca se abre num sorriso tão verdadeiro que até um cego acharia bonito. Já estou contando as horas pra te ver de novo, conversar por horas e te olhar como quem nada quer.